segunda-feira, 11 de julho de 2011

http://downmusicasgratis.com/2010/09/20/carlos-henrique-machado-freitas-vale-dos-tambores/

Carlos Henrique Machado Freitas Vale dos Tambores

CD 1:
01 Canto Dos Quilombos
02 Cortando Um Dobrado
03 Oração De N.Sra. de Lourdes
04 Jongueiro
05 Caboclo
06 Catira
07 Sapateiro Padilha
08 Guerra Na Gafiera
09 Zero Hora (Valsa Do Arigó)
10 Calango De Santo Antonio
11 Mestiço
12 Lamento Negro (Tributo A Joaquin Callado)
13 Dança Dos Puris
14 Casaca Do Cango
15 Procissão De Santa Cecília
16 Sarau Pra Villas Boas
17 Macuco
18 Vale Dos Tambores
CD 2:
01 Tambores De Crioula
02 Cantiga
03 Tambus Pra Manuel Congo
04 Do Barro À Madeira
05 Viva São Benedito
06 Mestre Caraüra
07 Lenda Do Timburibá
08 Batuque De Umbigada
09 Arrepia Tatunda
10 Melodia Da Paixão
11 Sapeca Iaiá
12 Pedra Sonora
13 Baile De Cabana
14 O Caipira
15 Lundu De Clementina
16 Todas As Cordas
17 Xinha.mp3

domingo, 10 de julho de 2011

http://www.mst.org.br

"Lutas demonstram que modelo não corresponde às necessidades dos trabalhadores", afirma Jaime Amorim

2 de julho de 2011














Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST
Os trabalhadores assentados e
 acampados organizados no MST participam 
das lutas do Dia Nacional de Mobilização em 
Defesa da Classe Trabalhadora, marcado para quarta-fera (6/7), 
a partir de proposta da Central 
Única dos Trabalhadores (CUT).

A principal reivindicação é a redução da jornada 
de trabalho para 40 horas semanais sem redução dos salários. 
Entre outros pontos, estão defesa do trabalho decente e contra a terceirização, o fim do fator previdenciário, 10% do PIB brasileiro para a educação, 
alimentação saudável e Reforma Agrária.
“Essas lutas são importantes porque 
demonstram que o atual modelo não está correspondendo 
às necessidades dos trabalhadores. 
Cada vez mais propicia maior acumulação de
 riquezas nas mãos de poucos, principalmente de empresas 
estrangeiras e de multinacionais”, afirma Jaime Amorim, 
da Coordenação Nacional do MST.
A jornada pretende também abrir uma discussão 
sobre a alimentação do povo brasileiro, no contexto da crise 
alimentar e ambiental internacional. "Não basta produzir 
qualquer alimento, tem que produzir alimento saudável, 
tanto para os que produzem 
quanto para os que consomem", afirma o dirigente do MST.
Jaime faz uma análise dessa atividade e 
aponta a importância da unificação da luta da classe trabalhadora.
“Precisamos recolocar em todos os espaços a questão da 
Reforma Agrária, que é importante para resolver 
os principais problemas que afetam o conjunto da população”, aponta.
Abaixo, leia os principais trechos da entrevista 
da Página do MST com Jaime Amorim.
Qual a importância da jornada 
convocada pela CUT para a luta da classe 
trabalhadora do campo e da cidade?
É fundamental nesse processo de 
refluxo da luta social no Brasil a construção da unidade. 
A construção da unidade é fundamental para que possamos pensar, inclusive, nos próximos passos na luta dos trabalhadores, tanto dos trabalhadores urbanos 
quanto dos trabalhadores rurais. Essa mobilização é uma finalização 
da construção da unidade da luta.
Em segundo lugar, essas lutas são importantes 
porque demonstram que o atual modelo não está correspondendo 
às necessidades dos trabalhadores. Cada vez mais propicia maior acumulação de riquezas nas mãos de poucos, principalmente de empresas estrangeiras 
e de multinacionais. Por outro lado, os trabalhadores demonstram 
que não estão satisfeitos e que estão 
dispostos a se mobilizarem e continuarem lutando.
Por que o MST vai participar da jornada 
das lutas do dia 6 de julho?
Desde o início do MST, sempre consideramos importante
 a articulação com outros trabalhadores. A CUT sempre foi 
um parceiro muito importante e determinante na luta de
 classe no Brasil. Essa predisposição da CUT, de voltar a 
mobilizar, de fazer lutas conjuntas, é muito importante. Entre os
 nossos objetivos, faz parte fazer aliança com os operários, 
com os servidores públicos e com todos aqueles que lutam. 
Esse é o objetivo e a motivação principal que faz com que 
estejamos juntos nessa mobilização.
Como o MST deve se somar nessas 
atividades do movimento sindical? 
Que tipo de ações serão realizadas?
Estamos planejando as atividades em 
conjunto com a CUT em diversos estados, 
mas o mais importante nesse momento é que 
nos somemos às atividades que estão sendo
 planejadas em todos os estados. Aqui em Pernambuco
 estamos preparando a mobilização com a CUT e vamos 
participar conjuntamente dessas atividades.
É claro que os municípios, as áreas e as regionais 
que também puderem fazer mobilizações nas suas regiões
também o façam, pois se 
soma no processo. O mais importante 
é que a questão da Reforma Agrária será colocada em torno
 das atividades que serão realizadas nesse período.
Como o movimento avalia a pauta dessa jornada, que trata do tema da redução da jornada de trabalho e do trabalho decente?
Há questões na luta de classes que unificam 
todas as categorias e todas as classes dos trabalhadores. 
A redução da jornada de trabalho é uma das 
questões fundamentais. Primeiro, porque se 
insere diretamente no campo quando a juventude, a população do campo, os que vivem nas periferias das cidades, estão em busca de trabalho.
Ou seja, o primeiro ponto que unifica é a redução 
para as 40 horas semanais. Isso é importante 
dentro do processo da luta dos trabalhadores. 
Isso aos poucos nos permite construir várias pautas 
em conjunto, como por exemplo, essa questão ambiental no 
Brasil e no mundo, que é uma das pautas 
que fará com que as lutas também busquem unidade.
Outras questões vão surgindo na própria luta de classes, 
no dia a dia e nas mobilizações, serão pontos importantes
que dizem respeito à questão do campo, à cidade, 
aos estudantes. Enfim, onde estiverem pessoas que 
sofrem algum tipo de discriminação, algum tipo 
de escravização, estaremos com a bandeira da luta 
dos trabalhadores, da luta pela liberdade, pela igualdade,
 como militantes e soldados da luta de classes.
Qual a importância disso para os trabalhadores do campo? Quais seriam as pautas que o movimento do campo pode agregar a essas lutas?
É fundamental nesse processo que em todos os
 momentos coloquemos a questão da Reforma Agrária. Tanto 
o governo quanto burguesia têm deixado a Reforma
 Agrária num plano bastante inferior. Mesmo no projeto 
de combate à miséria que a presidenta Dilma instituiu, a 
Reforma Agrária não está colocada. Precisamos recolocar 
em todos os espaços a questão da Reforma Agrária, 
que é importante para resolver os principais problemas 
que afetam o conjunto da população.
A questão da produção de alimentos e a 
questão ambiental. Cada vez mais vemos catástrofes,
 enchentes, seca, chuvas de granizo, terremoto... Isso é 
conseqüência de todo o período que estamos vivendo, 
chamado da “Revolução Verde” no campo, que tem c
ausado danos fundamentais. Agora a natureza apresenta suas
 conseqüências. É necessário que isso seja discutido. 
A Reforma Agrária é importante, sendo fundamental tanto 
na questão da produção de
 alimentos quanto na questão de
 resolver os problemas ambientais, que vem afetando
cada vez mais a população do mundo inteiro.
Um dos pontos da jornada está ligado à qualidade da alimentação. Por que é importante discutir esse tema com a sociedade?
É bem provável que dentro de pouco tempo - 
e talvez mais breve do que se espera - o mundo passe por um período de crise alimentar. O que nada mais será do que conseqüência desse
 modelo instituído, da monocultura agroexportadora, 
cujo pacote tecnológico determina a produção. 
Esse modelo não dá mais conta de responder algumas questões 
ue são importantes, sobretudo, para o futuro
 da humanidade. A primeira é a produção de alimentos.
Mas não basta produzir qualquer alimento, tem 
que produzir alimento saudável, tanto para os que
 produzem quanto para os que consomem. Essa produção
 agrícola não pode ser uma 
produção ofensiva para o meio
 ambiente, mas uma produção que efetivamente
 leve em conta esse vínculo amistoso entre o trabalhador 
rural e a o meio ambiente. É necessário 
que se discuta a questão 
da produção de alimentos no país e no mundo, e a
 Reforma Agrária está vinculada a isso e a questão da soberania alimentar.
A jornada também defende que 10% do PIB seja destinado à educação...
A educação é um ponto fundamental a ser 
discutido no país, porque não basta só desenvolver indústria, infraestrutura... 
Não basta o governo dizer que está criando emprego se não resolve o que é fundamental: elevar o nível de consciência da população. E na luta de 
classes nós temos que estar preocupados permanentemente 
com isso, porque esse é um ponto que será 
determinante nos momentos em que ocorrerem 
grandes mobilizações, para que o povo esteja preparado 
efetivamente para tomar a sua posição em relação ao seu destino.
Não será uma classe trabalhadora pobre de 
cultura que irá definir o seu futuro. É justamente uma 
classe trabalhadora consciente do que se quer, 
consciente do que ocorre hoje no processo de exploração, e do 
que se almeja num modelo no qual os trabalhadores 
poderão livremente arbitrar sobre seu futuro.
Como a ampliação de recursos para a educação pode contribuir com a educação do campo, especialmente com a formação técnica para a agroecológica?
Agora, a questão dos recursos para a educação, 
de no mínimo 10%, é fundamental, pois na medida em que as pessoas puderem ter acesso ao conhecimento, à formação técnica, também melhoraremos a qualidade da produção no campo. Imaginamos que se tivéssemos em cada município uma escola de formação técnica voltada na formação de técnicos para o meio rural, preparados para as mudanças da matriz tecnológica, para a produção agroecológica e orgânica, poderíamos fazer a transição desse modelo da monocultura para o modelo agroecológico rapidamente.
Hoje um dos problemas que impedem efetivamente essa transição é exatamente a falta de pesquisa, de assistência técnica e de tecnologia para a pequena agricultura. Os poucos técnicos formados nas universidades e nas escolas técnicas foram preparados para vender venenos agrícolas e serem representantes das empresas produtoras de agrotóxicos, em vez de efetivamente orientar o trabalhador para que produza alimentos sem precisar usar os agrotóxicos. Creio que a luta pela educação é uma luta nossa, dos trabalhadores rurais, do MST, porque apostamos na elevação do nível de consciência, de conhecimento como um instrumento fundamental para fazer mudanças profundas na sociedade.
O Movimento vem fazendo a avaliação de que só será possível fazer a disputa de pauta políticas da sociedade se houver unidade da classe trabalhadora. No entanto, essa jornada terá a participação de apenas parte do movimento sindical. Como construir a unidade nas próximas jornadas?
Temos que ter em mente que unidade não se constrói administrativamente, ou burocraticamente, somente porque desejamos. Vamos construir a unidade no processo de luta, na medida em que vamos nos organizando e ampliando. Acredito que a pauta está bem montada e a partir dela devemos construir e ampliar para as outras centrais sindicais e movimentos sociais. Apesar dessa jornada ainda não ter integrado todas as centrais sindicais, é um passo importante para que aos poucos possamos unificar e construir uma unidade que possa ser a mais ampla possível, que represente todas as categorias e toda a classe trabalhadora.
De que maneira a classe trabalhadora da cidade pode contribuir com a luta dos movimentos  do campo e vice-versa?
Costumamos sempre dizer que a Reforma Agrária ocorrerá no dia em que nós, trabalhadores do campo, tivermos clara a importância dela para o desenvolvimento do país e estivermos dispostos a lutar, ao mesmo tempo em que os trabalhadores da cidade, os operários, os servidores públicos, desempregados compreenderem que essa não é uma mudança para resolver apenas os problemas dos pobres sem terra, mas parte de um projeto de desenvolvimento de país. E que esse projeto de desenvolvimento também interessa às cidades, porque gerará trabalho, emprego no campo, mas principalmente porque iremos produzir alimentos saudáveis e mais baratos.
Afinal de contas, são menos pessoas saindo do campo e menos pessoas disputando os poucos empregos que têm nas cidades. Na medida em que a Reforma Agrária for realizada, acreditamos na possibilidade de se viver harmonicamente campo e cidade. Por isso, é tarefa nossa fazer com que os trabalhadores da cidade busquem a compreensão da importância da Reforma Agrária para o conjunto da sociedade. Essa talvez seja a tarefa mais importante nesse momento em que a sociedade está desmobilizada, com o capital determinado as regras. Neste momento, temos que construir uma consciência de que a Reforma Agrária é importante para o desenvolvimento do país.

E mais barbárie judiciária...

DOMINGO, 10 DE JULHO DE 2011

E mais barbárie judiciária...



“JUÍZA” ANULA A LEI ÁUREA

O QUE IMPORTA É A CANA

                                                                                                             

Laerte Braga

Indicação: Vera Vassouras


Segundo a juíza Marli Lopes Nogueira, da 20ª Vara do Trabalho do Distrito Federal, o trabalho escravo não pode ser interrompido antes de completada a colheita da safra de cana. Foi esse o conteúdo da liminar que a “juíza” concedeu à empresa INFINITY AGRÍCOLA, suspendendo uma operação de resgate de trabalhadores escravos numa fazenda da empresa no município de Navaraí, no Mato Grosso do Sul.

A operação estava sendo conduzida por auditores do trabalho, um procurador do trabalho e policiais federais. Estavam retirando 1817 trabalhadores em regime de escravidão, muitos deles migrantes (de Minas Gerais, Pernambuco e 275 indígenas), todos submetidos a condições humilhantes de serviço.

A juíza – é um escárnio e deve ter recebido propina da empresa – suspendeu inclusive a interdição das frentes de trabalho imposta pelas autoridades do setor. Os trabalhadores não contavam com banheiros, a jornada de trabalho superava o permitido em lei, numa temperatura inferior a 10 graus. Para a “magistrada”, do alto de sua competência e de seus privilégios, numa sala aquecida em Brasília, importante é que seja completada a colheita/corte da cana para que a empresa não tenha prejuízo.

Está anulada em nome da empresa privada a Lei Áurea que extinguiu em 1888 a escravidão no Brasil.

Esse tipo de decisão do Judiciário está previsto no acordo firmado entre o Superior Tribunal de Justiça e o Banco Mundial, que orienta o Judiciário (Judiciário?) a tomar decisões que não prejudiquem o capital.

A decisão afirma taxativamente que a “interdição está causando prejuízos irreversíveis, já que desde a data da interdição a cana cortada está estragando e os trabalhadores e equipamentos parados. A “juíza”, subornada é óbvio, impede que a empresa seja colocada na chamada lista suja, a que registra as que usam trabalho escravo.

O procurador do trabalho no local Jonas Ratier Moreno afirmou que a “juíza” – comprada evidente – ignorou o laudo técnico sobre as condições degradantes a que estavam submetidos os trabalhadores, “uns farrapos” e que “a empresa não fornecia nem cobertores diante do frio”.

A rescisão do contrato de trabalho entre a empresa e os escravos não mais acontecerá pela decisão da “juíza” – corrupta é lógico – e os trabalhadores terão que voltar ao trabalho sob pena de serem até presos. É que com a rescisão os direitos trabalhistas teriam que ser pagos, aí, foram parar na conta da “juíza”, ou alguém tem dúvida?

A INFINITY AGRÍCOLA, defensora do “progresso”, dos “valores morais e cristãos”, está na lista suja desde 2010 quando foi pega usando escravos, 64 trabalhadores, em outra usina de cana de açúcar do grupo. Em fevereiro de 2011 conseguiu uma liminar na justiça retirando-a da lista (eita Justiça, em Minas um desembargador foi afastado faz pouco porque vendia sentenças a traficantes).

A Advocacia Geral da União está tentando reverter a decisão da “juíza”, esperando encontrar – existem muitos – juízes sérios e competentes que façam com que a lei seja cumprida e não a vontade dos senhores de terra, os latifundiários. Um tipo de câncer para o qual a cura é a reforma agrária e a permanência, em futuro próximo, é a transformação de extensas áreas em desertos pelo cultivo impróprio e uso de agrotóxicos, além dos desmatamentos. O cara que Dilma convidou para o Ministério dos Transportes – recusou –. Blairo Maggi é o rei da moto-serra. Preferiu continuar nos “negócios”.

No Rio de Janeiro numa operação da Polícia “Pacificadora” do corrupto governador Sérgio Cabral a Polícia Militar mata uma criança – o menino Juan – e some com o corpo. A Polícia Civil faz corpo mole nas investigações e o assunto só veio a público por conta da grita da família.

Polícia Militar com a estrutura que tem em nosso País, os privilégios, a orientação que recebe (inimigo é estudante, trabalhador, camponês), é tão somente uma organização terrorista legitimada pelo Estado, ou alguém acha que o BOPE cumpre a lei? É um bem que desceu dos céus cercado de anjos por todos os lados?

A forma como a mídia trata esses casos ao contrário de se transformar em fator de indignação com a barbárie, a corrupção, acaba criando mitos montados na boçalidade e na descaracterização de qualquer sentimento humano. Trabalho paciente para alienar.

O importante é que a cana seja colhida e a “ralé” não chegue aos domínios das elites políticas e econômicas que no estranho governo de alianças em que o vice-presidente é dono de parte do aparelho estatal e no fim chamam isso tudo de democracia.

Penso que a “juíza” que revogou a Lei Áurea deveria ser condenada a trabalhar dez dias, pelo menos, em condições semelhantes aos escravos da INFINITY AGRÍCOLA. É o mínimo.

PAGANDO MAIS CARO E SORRINDO !

28/06/2011

Por que o carro é mais barato na Argentina e no Chile?

- Veja o que as montadoras falam (e o que não falam) sobre o assunto
- O Lucro Brasil não fica só na montadora, mas em toda a cadeia produtiva
A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:
No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUA US$ 15.450,00.
Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.
Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.
Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.
O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço. 
A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:
“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.
Questionada, a empresa enviou nova explicação:
“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.
Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.
Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.
O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).
Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.
Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).
A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.

27/06/2011

Lucro Brasil faz o consumidor pagar o carro mais caro do mundo

O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.
A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor.
A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir, como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas.
Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.
Pois bem: o Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos do mundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades.
Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?
Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, “é verdade que a produção aumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modo que a escala continua baixa”. Ele elegeu um novo patamar para que o volume possa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros.  

Carlos Henrique : O Gênio Social



CULTURA – UTOPIA E ESPERANÇA

Por Carlos Henrique Machado Freitas
Estamos assistindo, no Brasil, a uma confusão no espírito da cultura. O empobrecimento intelectual é crescente, a nova orientação segue a trilha do capital e o mercado é apresentado como um dos principais pilares dessa interpretação. O resultado não é a mobilização das massas, ao contrário, a “cultura de resultados” impõe o aprofundamento da competitividade para ver quem comandará a produção dos novos totalitarismos.
O que interessa ao Brasil são as formas de extensão contínuas. Pensar as chamadas políticas públicas de cultura modernizando os equipamentos técnicos para beneficio exclusivo de um pequeno grupo de gestores é o caminho mais eficaz para se criar baluartes do individualismo na vida econômica da cultura. Os lugares, a sociedade e cada um de nos terá que sobreviver cada vez mais de um subsistema.
A identidade dos novos atores da cultura corporativa até então não era vista por nós. Agora, misturada ao Estado, finalmente aparece aos olhos de todos. A justificativa formal da cultura como bem de consumo no lugar das manifestações da sociedade, ganha na esfera federal entendimento conservador. Isso revela que frequentemente abandonamos a filosofia de políticas públicas e nos afastamos cada vez mais da cidadania verdadeiramente universal.
Os apelos dos que defendem a cultura como o futuro modelo de mercado vão no sentido de que diversos paises utilizam tal forma de “receita” sem conflitos ou consequências éticas. A influência dessa filosofia já dá sinais de que certas regras estabelecidas contribuem para o exercício da força-bruta e não de reflexões e ações. Isso, ao invés de apontar para a democracia cultural, deve gerar no Brasil uma guerra de ideologias e um espaço banal para a cultura.
Os novos “macro-agentes” da cultura, desconhecendo as particularidades das classes emergentes, criam nessa nova fase de fabulações um consumidor antes mesmo de criar o produto. A tradução disso é especulação. Mas esses clichês para alguns clubes parecem mesmo tentadores na relação entre criação e autodestruição.
A pobreza atual desse negligente pensamento resulta de uma convergência de causas legitimadas pelas instituições e suas políticas empresariais. A inteligência imposta pelas firmas é movida por mecanismos, planilhas e imagens, logicamente com a conivência dos “intelectuais” contratados.
O papel dos intelectuais não é aceitar a ordem cultural globalizada, e sim, buscar uma ordem mais humana e não o fatalismo do capital como fator absoluto, tentando compensar com um projeto social, num plano sub-nacional, as lógicas de uma política neoliberal. A função de um intelectual é a busca incansada da verdade para que a cultura no território nacional seja o retrato dinâmico da sociedade. 
O mercado como motor único e, portanto, essencial para a cultura artística é agora discurso oficial. Uma visão que obedece aos cânones científicos das grandes corporações globais. Isso retira do Estado a tarefa política de proteger a cultura brasileira, o que obriga os intelectuais a discutirem uma solução que não seja a adesão automática imposta ao território brasileiro por uma política cultural baseada na economia internacional.
Os processos definidores trazidos como remédios pela economia global de cultura, são apresentados administrativamente pelo Estado como a moderna produção industrial. A nova administração da cultura é definida a partir dos debates internacionais. Tudo agora tem caráter transnacional e ocorre numa atmosfera moldada pelo pensamento único, secundarizando as realidades de cada país.
Essa triste prática, além de limitar o espaço geográfico da cultura brasileira, pensa e planeja políticas culturais respondendo diretamente aos gráficos que interessam à indústria que legisla sobre todo o nosso patrimônio artístico-cultural. Por isso a cultura agora, esta presa as categoria de bens e serviços perdendo seu caráter critico e mobilizador.
O sistema capitalista mundial sob o qual estamos construindo nosso periférico mercado cultural, não tem espaço para a participação dos pobres. Portanto, não serão realçadas ou estudadas as manifestações de baixo pra cima. Segundo Mário de Andrade a criação brasileira sempre teve nas manifestações das camadas deserdadas da sociedade sua principal porção modernista e, por estas transgredirem as regras estabelecidas, ou seja, sem a primordial característica do povo brasileiro, a cultura que manifestaremos na arena global, será algo residual, completado e sem realização criativa.
Estamos sendo levados a pensar que não há alternativa para o universo da cultura senão pelo mercado. Pela nova maneira de enxergar as condições históricas da cultura brasileira, tudo o que construímos e projetamos será realizado agora de forma unitária, distante da totalidade. Essa velha noção mais uma vez levará ao descrédito o discurso dominante, abrindo lugar para a utopia e a esperança

quinta-feira, 7 de julho de 2011

BILL GATES SAFADO NA AMAZONIA


Bill Gates entra no Brasil sem visto, é notificado pela Polícia Federal e, na madrugada, deixa o país
Paula Litaiff
Especial para o UOL Notícias
Em Manaus

Bill Gates fazia turismo na Amazônia, mas não tinha visto de turista e teve de voltar para casa
Bill Gates, pai do Windows e da Microsoft , teve de deixar o Brasil na madrugada desta terça-feira depois de
 
ter sido notificado pela Polícia Federal no Amazonas. Ele e integrantes de sua equipe não tinham o  visto de
 
turista no passaporte, uma exigência brasileira para visitantes dos Estados Unidos. O grupo, segundo foi
 
informado à PF, passava férias num hotel de selva no Amazonas.
 
O grupo de apoio do empresário, formado por sete pessoas, foi detido na última sexta-feira (15) por agentes
 
federais quando faziam um passeio de barco no rio Negro, próximo a Manaus. No momento da detenção, os
 
americanos estavam sem a presença de Gates, mas se identificaram como funcionários da  Microsoft e pediram
 
para os agentes da PF contatarem a embaixada americana no Brasil.
 
Segundo a Polícia Federal, eles não tinham nem mesmo documentos de identificação, e a embarcação não tinha
 
autorização da Marinha  para navegar no Brasil, uma vez que os tripulantes estavam ilegais no Brasil. Depois
 
de quase 12 horas detidos, o grupo foi liberado com a condição que deixassem o Brasil em três dias.
 
Como não conseguiram voo ontem, eles embarcaram às 2h de hoje num voo com destino a  Miami. Segundo a Polícia
 
Federal,  o grupo infringiu a Lei 6.815/80 e seus integrantes devem responder a processo administrativo.
 
No retorno para os Estados Unidos, Gates acompanhou a equipe. A PF não informou se o empresário também não
 
tinha o visto de turista. Não é a primeira vez que Gates passa férias no Amazonas, ele já esteve no Estado em
 
2007 e 2009. Nas duas viagens, ficou em hotéis de selva na Zona Rural de Manaus ou em cidades do interior do
 
Amazonas.

RELATO DE UMA PESSOA Q FOI TRABALHAR EM RORAIMA

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerdcom cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar uma empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos 
produtos típicos da Amazônia...

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: Os americanos vão acabar tomando a Amazônia.E em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes.. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'

EMPRESAS DO BRASIL ²




Integraram a delegação brasileira as empresas Actminds, HDI, Módulo, RedDrummer e Stefanini. Uma vez mais o País esteve representado neste evento que contou com a organização do ITS, agente SOFTEX para São Paulo. A presença nacional ocorreu novamente no âmbito do Projeto Setorial Integrado para Exportação de Software e Serviços de TI (PSI-SW), projeto de internacionalização competitiva gerenciado pela SOFTEX e apoiado técnica e financeiramente pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e pelo MCT/Finep.
CONHEÇA A SOFTEX (www.softex.br) – A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX) é gestora, desde a sua criação em 1996, do Programa para Promoção da Exportação do Software Brasileiro – Programa SOFTEX, considerado prioritário pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). As seguintes diretrizes pautam o trabalho da SOFTEX: disseminação e auxílio à implantação das melhores práticas em desenvolvimento de software; capacitação de recursos humanos para o setor; auxílio à obtenção de recursos financeiros junto a fontes públicas e privadas; produção e disseminação de informações qualificadas sobre a indústria brasileira de software e serviços de TI; apoio ao empreendedorismo e à inovação; formulação de políticas de interesse do setor; e apoio à criação e ao desenvolvimento de oportunidades de negócios tanto no Brasil como no exterior. O “Sistema SOFTEX” reúne mais de 1.600 empresas de todo o território nacional e é integrado por uma ampla rede de agentes regionais que prestam apoio e orientação local às empresas em seu entorno. As ações da SOFTEX contam com o apoio institucional, técnico e financeiro de diversas entidades, entre as quais ABES, ABDI, ABINNEE, Apex-Brasil, ANPROTEC, ASSESPRO, BID, BNDES, CNI-SENAI, CNPq, FENADADOS, FENAINFO, FINEP, Frente Parlamentar de Informática, MCT/SEPIN, MDIC, SBC e SEBRAE.
CONHEÇA A APEX-BRASIL (www.apexbrasil.com.br) – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos é responsável pela promoção das exportações de produtos e serviços brasileiros, pela internacionalização das empresas brasileiras e pela atração de investimentos estrangeiros para o Brasil. Vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a Agência apoia, atualmente, cerca de 13 mil empresas de 80 setores da economia, entre os quais o de software. Anualmente, viabiliza a participação de empresas brasileiras em mais de 900 eventos – tanto no Brasil quanto no exterior. Na cooperação internacional, a Apex-Brasil lidera importantes fóruns mundiais e preside a Associação Mundial das Agências de Promoção de Investimentos (WAIPA) e a Rede Ibero-Americana de Organismos de Promoção Comercial (REDIBERO), consolidando o Brasil como referência regional na promoção de exportações e atração de investimentos estrangeiros diretos.
Fonte:
MLP Assessoria de Imprensa
Mário Pereira
Karen Kornilovicz

OPORTUNIDADE !!! CHINA ABRE AS PORTAS !

07/07/2011 - 09:02 

Classe média da China abre oportunidades para empresas do Brasil

Florianópolis - A classe média chinesa, composta por 300 milhões de pessoas, oferece oportunidades para que empresas brasileiras exportem produtos de vestuário, joias e calçados de alta qualidade. A informação foi dada pela analista da Agência de Promoção de Exportações (Apex Brasil), Patrícia Steffen, no lançamento da missão brasileira à China, realizado pela FIESC em Florianópolis no dia 06 de julho (quarta-feira), e transmitido para 22 estados por videoconferência.
Estudo realizado in loco pela Apex mostrou que a estratégia para ingressar na China deve ser por meio de nichos de mercado com foco na alta qualidade, já que o país oriental tem produtos com preços baixos. Steffen destacou que a classe média compra produtos com moda e estilo, inclusive muitos chineses vão buscar referências em Hong Kong, porta de entrada de muitos dos produtos que chegam à China.
A analista da APEX afirmou que o setor de alimentos também tem muitas oportunidades, especialmente depois da visita recente da presidente da República à China onde foi firmado o acordo para exportar carne suína. Também está em negociação um acordo para que o Brasil exporte frutas ao país asiático.
Para Santa Catarina, a pesquisa da Apex identificou oportunidades para outros produtos como fumo em folhas, carne de frango in natura e industrializada, móveis, madeiras compensadas, compressores, geradores e transformadores elétricos e partes de motores para veículos.

Olá brasileiro pateta ;*






Restaurantes

Subway-Rede de restaurantes Apenas cidades com mais de 2 unidades


McDonad's Apenas cidades com mais de 2 unidades
Outback Steakhouse
Pizza Hut 
Domino's Pizza
Hard Rock Cafe 
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KFC
Burger King
Haagen Dazs 
TGI FRIDAY'S 
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Fnac:

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Four Points Sheraton
Outros ramos

Cinemark
Leroy Merlin
OLÁ BRASILEIRO PATETA !
VIVA O BRASIL ! O BRASIL É POVO LINDO ! DEVE SE CONSCIENTIZAR ! VAMOS QUEBRAR O LUCRO DAS EMPRESAS ESTRANGEIRAS NO NOSSO PAÍS ! OLHA SÓ ESTA LISTA DE EMPRESAS , COM CERTEZA VOCÊ JÁ COMPROU / TRABALHOU / NEGOCIOU NELAS ... ELAS ESTÃO AÍ PARA COMPETIR COM TUA EMPRESA BRASILEIRA DE ROUPAS , RESTAURANTE , CALÇADOS E AUTOMÓVEIS ! ! ! ! ! E ENTÃO ? COMENTÁRIOS ????????