terça-feira, 1 de novembro de 2011

Escravidão II


De uma era do pós-nacionalismo: no
momento em que já não haja países, só regiões e valores universais, quer dizer, só
uma economia universal, um Governo Universal (designado, não eleito) e uma
religião universal. Para assegurar-se desses objetivos, os membros do Clube Bilderberg
advogam por um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do
público. Isto reduz as probabilidades de que a população se inteire do plano global
dos amos mundiais e organize uma resistência organizada.» [20] Seu objetivo final é
o controle de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra.
Atuam como se fossem Deus na Terra. Entre seus planos figura estabelecer:
• Um só governo planetário com um único mercado globalizado, com um só
exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial.
• Uma Igreja universal que canalizará às pessoas para os desejos da Nova
Ordem Mundial. O resto das religiões serão destruídas.
• Uns serviços internacionais que completarão a destruição de qualquer
identidade nacional através de sua subversão do interior. Só se permitirá que
floresçam os valores universais.
• O controle de toda a humanidade através de meios de manipulação mental.
Este plano está descrito no livro Technotronic Era (Era tecnotrônica) do Zbigniew
Brzezinski, membro do Clube. Na Nova Ordem Mundial não haverá classe média,
só serventes e governantes.
• Uma sociedade pós-industrial de crescimento zero, que acabará com a
industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceto para as indústrias
dos ordenadores e serviços). As indústrias canadenses e americanas que ficarem
serão
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exportadas a países pobres como a Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua, etc., nos
quais existe mão de obra barata. Far-se-á realidade, então, um dos principais
objetivos do TLCAN (Tratado de Livre Comércio da América do Norte).
• O crescimento zero é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e
dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há
progresso, o qual torna muito mais difícil a repressão.
• Cabe incluir nisso o despovoamento das grandes cidades, segundo o
experimento levado a cabo no Camboja pelo Pol Pot. Os planos genocidas do Pot
foram desenhados nos Estados Unidos por uma das instituições irmãs do Bilderberg,
o Clube de Roma.
• A morte de quatro bilhões de pessoas, às quais Henry Kissinger e David
Rockefeller chamam brincando «estômagos imprestáveis» por meio das guerras, da
fome e das enfermidades. Isto acontecerá por volta do ano 2050. «Dos dois bilhões
de pessoas restantes, 500 milhões pertencerão às raças chinesa e japonesa, que se
salvarão graças a sua característica capacidade para obedecer à autoridade» é o que
afirma John Coleman em seu livro Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of
300. O doutor Coleman é um funcionário de inteligência afastado, que descobriu
um relatório encarregado pelo Comitê dos 300 ao Cyrus Vanee «sobre como levar a
cabo o genocídio». Segundo a investigação do Coleman, o relatório foi intitulado
«Global 2000 Report», «aprovado pelo presidente Carter, em nome do governo de
Estados Unidos e referendado pelo Edwin Muskie, secretário de estado». Segundo
este relatório, «a população dos Estados Unidos ver-se-á reduzida a 100 milhões
por volta do ano 2050».
• Crises artificiais para manter as pessoas em um perpétuo estado de
desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão à população
para evitar que decidam seu próprio destino, até o extremo de que a gente «terá
muitas possibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala
massiva». [21]
• Um férreo controle sobre a educação com o propósito de destruí-la. Uma
das razões da existência da UE (e da futura União Americana e Asiática) é o
controle da educação para
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«aborregar» às pessoas. Embora nos resulte incrível, estes esforços já estão dando
«bons frutos». A juventude de hoje ignora por completo a história, as liberdades
individuais e o significado mesmo do conceito de liberdade. Para os globalizadores
é muito mais fácil lutar contra uns oponentes sem princípios.
• O controle da política externa e interna dos Estados Unidos (coisa já
conseguida através do Governo do Bush), Canadá (controlada pela Inglaterra) e
Europa (através da União Européia).
• Uma ONU mais poderosa que se converta finalmente em um Governo
Mundial. Uma de quão medidas conduzirão a isso é a criação do imposto direto
sobre o «cidadão mundial».
• A expansão do TLCAN (Tratado de Livre Comércio da América do Norte)
por todo o hemisfério ocidental como prelúdio da criação de uma União
Americana similar à União Européia.
• Uma Corte Internacional de Justiça com um só sistema legal.
•Um estado do bem-estar socialista onde se recompensará aos escravos
obedientes e se exterminará aos inconformistas.

Escravidão I


Com respeito ao âmbito educativo, também é imprescindível dar a conhecer que os estudos realizados demonstram que conseguiram baixar o Coeficiente Intelectual da população, obrigando principalmente à redução da qualidade do ensino planejado e executado faz anos.

embora, é óbvio, publicamente se lança periodicamente a notícia de que o
Coeficiente Intelectual médio está subindo. Eles sabem que, quanto menor o nível
intelectual dos indivíduos, menor é a sua capacidade de resistência ao sistema
imposto. Para conseguir isto, não só manipularam aos colégios e às empresas, mas
sim se apoiaram em sua arma mais letal: a televisão e seus «programas sem
qualidade» para afastar a população de situações estimulantes e conseguir assim
adormecê-la. O objetivo final deste pesadelo é um futuro que transformará a Terra em um
planeta-prisão mediante um Mercado Único Globalizado, controlado por um
Governo Mundial Único, vigiado por um Exército Unido Mundial, regulado
economicamente por um Banco Mundial e habitado por uma população controlada
mediante microchips, cujas necessidades vitais se reduziram ao materialismo e a
sobrevivência: trabalhar, comprar, procriar, dormir, tudo conectado a um
ordenador global que fiscalizará cada um de nossos movimentos. A globalização estabeleceu um sistema econômico monolítico; o 11 de
setembro ameaça, engendrando uma cultura política monolítica. Juntos, supõem o
fim da sociedade civil.» E o nascimento da Escravidão Total. A UE não é imune a esta nova ideologia, mas sim ajuda a formá-la. Os
governos europeus conspiraram para obter o que cinicamente se chama «luta
contra o terrorismo», com o vergonhoso bombardeio e posteriores seqüelas no
Afeganistão e Iraque, acontecimentos que se venderam a uma população
desmoralizada e abatida como atos patrióticos cheios de entusiasmo. Como ocorre com todos os
valentões, a maior ameaça à vida provém do próprio sistema de terror que se supõe
que protege aos cidadãos do mesmo. Ou seguimos acreditando nas mentiras
propagadas pelos políticos e pelos meios de comunicação, que dizem que a guerra
do Afeganistão se tem feito para defender a liberdade, acabar com o talibã, capturar
ao Bin Laden e estabelecer a democracia e a igualdade de direitos? Desde 1994, quando David Rockefeller exigiu que se acelerassem os planos
para o impulso final da conquista global, toda a população do planeta se viu afligida
com uma crise financeira e ambiental, uma após outra; paralisada por um terror de
baixa intensidade; uma técnica,  usada com
freqüência pelos engenheiros sociais, como condição necessária, para manter a seus
sujeitos em um desequilíbrio perpétuo. Por isso, no caso do Afeganistão e Iraque, logo que pareça que terminou a guerra já
se ouvem vozes que perguntam: «Quem será o seguinte?» Irã, Síria, China, Rússia.
As armas são nosso pão de cada dia. Obtêm-se benefícios das guerras grandes e
das pequenas. Temos que levar a cabo as ações necessárias. A pessoa
precavida vale por duas. Nunca encontraremos as respostas adequadas senão
formos capazes de formular as perguntas apropriadas