sábado, 31 de agosto de 2013

PIB cresce acima da mais otimista das previsões

IBGE acaba de divulgar o crescimento do segundo trimestre: 1,5%, quando o topo das estimativas de mercado apontava 1,3%; crescimento em seis meses já é maior do que o previsto por instituições financeiras o ano todo; ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que foi plantado no País um "pessimismo artificial"; investimentos também cresceram com força; ritmo anualizado é de 6%; para o ministro, a "confiança foi restaurada".

Brasil 247 - Mais uma ducha de água fria nos pessimistas. O IBGE acaba de divulgar, nesta manhã, o PIB do segundo trimestre do ano. A economia brasileira cresceu 1,5% no período, o que geraria um ritmo anual de 6%. É um número forte – e que surpreendeu o mercado, uma vez que a mais otimista das previsões apontava crescimento de 1,3%.

No primeiro trimestre, o crescimento havia sido de 0,6%. Com o número do segundo trimestre, já se tem uma expansão superior a 2%, quando instituições financeiras, como o Itaú Unibanco, vinham apontando um desempenho medíocre, ao redor de 1,7% no ano.

Ontem, durante a entrega do prêmio Melhores da Dinheiro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou sobre a economia. "Foi plantado um pessimismo totalmente artificial no País", afirmou, sem antecipar os números do PIB. "Mas isso ficou para trás e o que importa, agora, é olhar para a frente". 

Um dado significativo da pesquisa foi a formação bruta de capital fixo, que aponta que os investimentos cresceram 3,6%. Ou seja: os empresários voltaram a apostar no futuro. "Apesar desse pessimismo artificial, a confiança foi restaurada", disse o ministro Mantega.

Leia AQUI o noticiário da Agência Brasil

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Geração nem-nem cresce no Brasil e no Recife

EMPREGO

Geração nem-nem cresce no Brasil e no Recife

Eles têm entre 16 e 24 anos. Nem estudam nem trabalham e dependem de assistencialismo para sobreviver

Publicado em 11/08/2013, às 05h00

Orkut

Raissa Ebrahim

Sicleide Oliveira, 21, tem três filhos. Dedica todo o tempo ao cuidado das crianças / Foto: Guga Matos/JC Imagem

Sicleide Oliveira, 21, tem três filhos. Dedica todo o tempo ao cuidado das crianças

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Sicleide Oliveira tem 21 anos. É moradora do Alto do Progresso, em Nova Descoberta, Zona Norte do Recife. Com três filhos, ela parou de estudar na 8ª série. Dedica o dia a cuidar das crianças, com a ajuda da mãe, que vive do auxílio do Bolsa Família. O pai atua na informalidade, faz bicos quando dá, e alguns familiares ajudam a complementar a renda. Sicleide faz parte de um grupo que cresce em todo o mundo e que particularmente vem chamando atenção no Brasil. É a chamada “geração nem-nem”: nem estuda nem trabalha. No País, essas pessoas pertencem principalmente às classes de baixa renda.
Na capital pernambucana, representavam, em junho, 26,6% da população entre 16 e 24 anos. São 145 mil jovens totalmente fora do mercado de trabalho. Há dez anos, esse percentual era de 25,2% (148 mil). A taxa no Recife para o período supera a média de 19,4% observada nas seis localidades pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Além do Recife, também são avaliadas Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. 
Alguns especialistas já falam da “geração nem-nem-nem”. Quando se avalia a fatia de jovens que nem trabalha, nem estuda e nem procura emprego, o percentual, segundo o IBGE, fecha em 22,2% no Recife e em 14,7% na média das seis localidades pesquisadas pela PME. Em 2003, esse número era de 18,6% e 14,5%, respectivamente. 
Num país em que os empresários reclamam que não conseguem preencher vagas por falta de mão de obra qualificada, a situação soa até como um paradoxo. O cenário em que sobra oferta de emprego é o mesmo em que sobra gente que não trabalha nem estuda e, portanto, tem poucas perspectivas de futuro. 
De cada 100 empresários brasileiros, 68 reclamam da escassez de talentos. O número é bem acima dos 35% registrados na média mundial da Pesquisa Anual Sobre Escassez de Talentos 2013 do ManpowerGroup, realizada com quase 40 mil empregadores de 42 países e territórios. O Brasil só fica atrás do Japão (85%). Nas Américas, de um modo geral, as vagas com maior dificuldade de preenchimento são as técnicas, que deveriam ter justamente o jovem como maior foco. 
O desemprego juvenil preocupa e coloca em xeque o futuro econômico do País. Numa população que passa por uma grande transformação demográfica, que tem cada vez mais idosos e mais jovens que demoram para entrar no mercado, especialistas enfatizam que é preciso romper esse ciclo.


     

A Lenda do Pé de Garrafa

A Lenda do Pé de Garrafa
Aspectos Gerais do Mito

Pé de Garrafa
Os Mitos assustadores retratam uma necessidade de explicação para os nossos medos mais profundos...
O Pé de Garrafa é um ente que vive nas matas e capoeiras.Raramente é visto. Mas ouvem sempre seus gritos agudos. Algumas vezes são amendrontadores ou tão familiares que os caçadores procuram-no, certos de tratar-se de um companheiro ou parente perdido no mato. Outras vezes, aqueles gritos, mais parecem coisa do outro mundo.

E quanto mais procuram menos o grito lhes serve de guia, pois, multiplicado em todas as direções, desorienta, atordoa, enlouquece. Então os caçadores acabam perdidos ou voltam para casa depois de muito esforço para reencontrar o caminho conhecido.

Quando isso acontece sabem logo que o temível Pé de Garrafa está por perto. Assim, não será surpresa nenhuma, se, a partir daquele momento, em qualquer parte da floresta, não encontrarem os vestígios inconfundíveis de sua passagem, claramente assinalado por um rastro redondo, profundo, lembrando perfeitamente um fundo de garrafa.

Supõem que o estranho fantasma tenha as extremidades circulares, maçicas, fixando assim os vestígios que lhe servem de assinatura. Vale Cabral [2], um dos primeiros a estudar o Pé de Garrafa, disse-o natural do Piauí, morando nas matas como o Caipora. A julgar pelas enormes pegadas que ficava na areia ou no barro de massapê devia ser de estatura invulgar, talvez maior que dois homens.


Outro historiador, o Dr. Alípio de Miranda Ribeiro[3] foi encontrar o Pé de Garrafa em Jacobina, Mato Grosso. Seu informante, Sebastião Alves Correia, administrador da fazenda, fez uma descrição mais ou menos completa. Disse ele: "O Pé de Garrafatem a figura dum homem; é completamente cabeludo e só possui uma única perna, a qual termina em casco em forma de fundo de garrafa." 

É uma variante do Mapinguariamazônico e do Capelobo. Grita, anda na mata e tem uma pegada circular. Não há nenhuma informação se o Pé de Garrafa mata para comer ou é inofensivo. Também, não há relatos de que já tenha atacado alguém. 

Nas velhas missões de Januária, em Minas Gerais, o mítico Bicho-Homem é também chamado Pé de Garrafa. O Prof. Manoel Ambrósio[4] explica que " o Bicho-Homem tem um pé só, pé enorme, redondo, denominado por isto - pé de garrafa." 

 outro personagem cujo nome é Pé de Quenga, uma espécie de demônio que deixa vestígios semelhantes ao que seu irmão Pé de Garrafaimprime na areia dos riachos e no barro vermelho. São rastros redondos, configurando a intrigante presença de um ser fora do comum. O Pé de Garrafa é sem dúvida o Pé de Quenga. Mas não possui poderes infernais, nem a fome insaciável dos demais monstros da sua categoria. 

Barbosa Rodrigues[5] informa que o Caapora era conhecido em certos Estados como sendo unípede e com um casco arredondado. O Pé de Garrafa possui, claramente, traços característicos do Caapora, doMapinguari, do Capelobo e do Bicho-Homem. A pata redonda, que lhe dá o nome, lembra o Pé de Quenga. De verdade o mito está tão mesclado que oPé de Garrafa, gritador inofensivo do Piauí, perturbador dos caminhos em Mato Grosso, ao chegar em Minas Gerais ganha o nome de Bicho-Homem, e torna-se um devorador insaciável de viajantes e residentes incautos.


Informações Complementares:

Pé de Garrafa
Os Mitos assustadores retratam uma necessidade de explicação para os nossos medos mais profundos...
Nomes comuns: Pé de Garrafa, Pé de Quenga, Bicho-Homem, Homem Selvagem (Espanha).

Origem Provável: A lenda é conhecida no Piauí, Minas Gerais, Mato Grosso, e suas variantes nos estados do Norte do Brasil. É uma variante do Mapinguari Amazônico ou Bicho-Homem mineiro.

Nos países Bascos, Espanha, sabe-se da existência de um mito chamado em língua local de Basayaun ou Vasajaun, que quer dizer "Senhor" ou "Homem Selvagem", cujo pé esquerdo deixa no solo uma pegada redonda.

Mas o ente fantástico brasileiro não tem origem européia.

No mito do Saci Pererê há a menção à uma ave, de nome Mati-Taperê ouPeitica, que deu origem ao mito daMatinta Pereira, cujo canto, semelhante a um grito de lamento, ecoa em todas as direções, deixando confuso quem o escuta, assim como acontece com o enigmático grito do Pé de Garrafa. Outra semelhança com o mito do Saci, deve-se ao fato de também este desorientar os viajantes ou caçadores em trânsito pelas matas mais remotas.
Documentário:

Relato primeiro:


Certa vez, o administrador[5] saiu-se com o seguinte relato:[3]

"Quando os senhores chegarem à mata da Poaia[6], hão de verificar se é ou não verdade o que lhes conto. Nas horas do pôr do sol, quando a gente vem voltando cansado para o rancho, ouve o grito dum companheiro. Para, presta a atenção; o grito se repete. Naturalmente dá resposta e vai em procura do companheiro. Chegado ao lugar donde provinha o grito não vê nada, mas o grito se repete aqui para direita ou para esquerda; nova caminhada, outra vez o grito noutro lugar; por mais que procure nada encontra."

"É o Pé de Garrafa; o rastro está no chão, tal qual o sinal deixado no pó pelo fundo duma garrafa. Se o poaieiro[6] não é bom, está perdido, deu tantas voltas que nunca mais acha a saída. Um conhecido meu encontrou com esse "bicho". Tem a figura dum homem; é completamente cabeludo e só possui uma única perna, a qual termina em casco em forma de fundo de garrafa. Eu nunca o vi, entretanto vi e ouvi os gritos; e os senhores que vão à Mata da Poaia, hão de, pelo menos, ver o rastro como eu".


Percebe-se, antes de tudo, a sinceridade do contador. A natureza do conto, tão intensamente dado como verídico, parece comprovar de sobra o que foi dito.


Relato segundo:


É o mito denominado Pé de Garrafa. Trata-se duma espécie de Caapora que habita as matas, anda pelas estradas ou ronda as casas à noite, gritando como um desesperado. Toda a gente se encolhe nas redes, tomadas pelo medo. Os meninos só faltam morrer... E o bicho pelo escuro a gritar, gritar... De manhã, todos se levantam e vão examinar o solo em torno das cabanas ou o saibro dos caminhos. Não há dúvidas. Era mesmo o Pé de Garrafa que andava por ali na sua resignada penitência.

As provas são os rastros deixados no local, pegadas inconfundíveis das quais lhe veio o apelido invulgar, verdadeiros buracos redondos e com uma saliência no meio, como se aquela coisa enorme tivesse à ponta das pernas não patas, pés, cascos ou garras, mas verdadeiros fundos de garrafa.

Gustavo Barroso - As Colunas do Templo, pp. 254/5. Rio de janeiro, Civilização Brasileira Editora, 1932.
Tedio - Fome - Preguiça.
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Depois esses idiotas querem reivindicar alguma coisa na rua . . . Querem falar da qualidade do ensino , e a qualidade da sua mentalidade seu doente ? 
Preguiça = anti brasileirismo 
Se brasileiro não desiste nunca , com certeza essa comunidade é um reflexo da mentalidade porca de alguns pseudo-brasileiros .

Força Brasil. 
Vitalidade e Força . 




O rapé tem seu uso bastante difundido na região norte do Brasil. Os índios brasileiros já o utilizavam quando chegaram os europeus, de uma forma ritual, bem diferente do que se conhece hoje.
Existem vários tipos de rapé, várias formas de prepara-lo, e vários fins para utiliza-lo. Desde os rapés mais simples, usados como simples expectorantes; até rapés de extremo poder e força tais como Virola, Pariká, Yopo etc. considerados como enteógenos, colocando, dessa forma, o rapé no hall de plantas psico-ativas utilizadas pelos índios das florestas brasileiras.
O rapé, normalmente (salvo exceções como a virola etc.), tem como base o tabaco, e alguma outra substância, normalmente vegetal, mineral, ou até fungo (cogumelo).
Se trata de uma medicina muito especial, utilizado durante pajelanças realizadas com Huni (Ayahuaska), Rapé e Sepá, que é uma defumação extraída de uma árvore. Além dessas plantas de poder, os Yawanawa utilizam a caiçuma (bebida fermentada de macaxeira ou milho), o Kampum ( o leite de uma rã da amazônia, utilizado como vacina) e o Rarë Muká; que, na tradição Yawanawa, é a mãe da floresta, ela é todas em uma só. Para se tornar Pajé no mundo Yawanawa, é preciso passar um ano na dieta do Rarë.
Esse rapé tem uma alquimia simples, porém bastante interessante: sua base é o tabaco bem picado e pilado, e a mistura é a cinza da casca de uma árvore amazônica, que os Yawanawa chamam TSUNU.

Esse rapé possui um alcalóide ativado pela combustão da casca de Tsunu durante a sua confecção, por isso as propriedades medicinais são intensas.
Para os Yawanawa, o rapé, a mistura da cinza com tabaco, pode expulsar qualquer coisa ruim e malefício que possa estar atrapalhando a vida da pessoa, agindo no ponto em que a pessoa necessita.
A casca de Tsunu, considerado pelo farma-cêutico brasileiro Gustavo Peckolt (1861-1923) uma das 10 plantas medicinais brasileiras mais importantes, é empregada na medicina popular para tratar malária, inapetência, má digestão, tontura, prisão de ventre e febres. Sua madeira serve para a construção e para a fabricação de cabos de ferramentas. No Rio de Janeiro antigo, também eram comuns, nos botequins, garrafas de cachaça com cascas de pau-pereira. Os boêmios da cidade atribuíam à bebida propriedades revigorantes e estimulantes do apetite sexual, já descritas pelos indígenas. Os primeiros registros científicos do uso do pau-pereira em tratamentos médicos surgiram em teses da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e na Revista Médica Fluminense. Entre outras citações, aparece a primeira prescrição, de banhos com águas obtidas a partir do cozimento das cascas de Tsunu, do médico brasileiro Joaquim José da Silva (1791-1857), à escrava de sua irmã, que sofria de febres intermitentes. O relato menciona que a escrava foi curada no segundo dia de tratamento, resultado que estimulou o médico a continuar prescrevendo tais banhos para pacientes com febres.
A forma tradicional de preparar rapé é utilizando fumo de rolo. Esse fumo é vendido enrolado em palhas de palmeira. O tabaco é fracionado com uma faca (migado) e depois torrado cuidadosamente em uma panela seca, sem deixar que se incendeie. Os outros temperos também costumam ser torrados, pois depois disso é necessário colocar o conteúdo em um pano fino, como o utilizado para fraldas de algodão, enrolado, e golpeado com um bastão para ir soltando o pó fino. Esse pó fino, sem resíduos, é o rapé pronto para ser inalado.
Os caboclos usam rapés para entrar na mata para se harmonizarem com os seres da floresta.
Seu uso mais comum atualmente é o rapé simples, e o associado a outras plantas. Assim a receita amazônica popular contém muitos outros ingrediantes como a Buchinha do Norte (sinusite), cravo, canela, cumaru-de-cheiro, copaíba, noz moscada e muitas outras.
Cada um na verdade faz sua própria receita. Os ingredientes são torrados e faz-se um pó mais fino possível.

domingo, 4 de agosto de 2013

BRASIL a maior fonte de frutas, folhas, chás e ervas medicinais do planeta. Mas precisamos saber utilizar tais recursos com consciência.

São muitas variedades de plantas e muitos efeitos diferentes que temos de estar consciente de que a grande maioria delas tem algumas substâncias tóxicas e que, em excesso, podem fazer muito mais mal do que bem a sua saúde.

As formas de preparo variam muito: algumas são cozidas, outras podem ser misturadas com a comida, de algumas fazemos chás ou óleos essenciais. O importante é que, independente do uso que façamos, saibamos boas formas de manipular tais plantas medicinais.

Abaixo, segue uma pequena lista de plantas medicinais brasileiras e seus principais usos:

Alcachofra
Flor e folhas da alcachofra

Além de ter propriedades medicinais, a alcachofra tem excelentes usos na culinária. (Fonte: cozinharconsciente.blogspot.com)

Contém muito ferro e cálcio, repondo sais minerais no organismo. Contém características antioxidantes para o fígado.

Indicações: Afecções hepatobiliares, arteriosclerose, diabetes, afecções urinárias, hipertensão, obesidade, reumatismo.
Propriedades: Colagoga, depurativa, digestiva, diurética, colerética, anti-reumática, hipoglicemiante, antiuréica, anticolesterolgênica.
Partes usadas: Folhas, brácteas e raízes.

Arruda

É normalizadora do ciclo menstrual. Tem um cheiro muito agradável, mas carrega propriedades tóxicas.

Indicações: Varizes, dores, inflamações, asma, bronquite, insônia, reumatismo, flatulência, flebite, afecções do fígado, afecções da pele, afecções intestinais, parasitismo interno e externo (sarna, piolhos e vermes), compulsão sexual.
Propriedades: Abortiva, adstringente, analgésica, antiasmática, anti-helmíntica, anafrodisíaca, anti-hemorrágica, antiinflamatória, antinevrálgica, anti-reumática, calmante, carminativa, diaforética, emenagoga, estimulante, febrífuga, repelente, sudorífica e tranquilizante.
Partes usadas: Folhas e flores.
Cuidado: Planta tóxica, pode causar aborto, fotossensibilização à luz, dor aguda intestinal, entre outros sintomas. Usar sempre sob orientação médica.

Alecrim

Provoca suor, é depurativo do sangue, tônico para o coração e anti-reumático. É usado para banhos de pele e do cabelo e para caspa. Também utilizado como tempero na culinária tradicional brasileira.

Indicações: Reumatismo, depressão, cansaço, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas.
Propriedades: Estimulante, anti-espasmódico, vasodilatador, anti-séptico e digestivo.
Partes usadas: Flores e folhas

Babosa

Pela Legislação Brasileira somente cosméticos e medicamentos fitoterápicos podem ser fabricados industrialmente a partir da planta. Alimentos, como suco e isotônico vendidos em outros países, já estão autorizados a serem produzidos pois já foram feitas pesquisas relacionadas a segurança alimentar.

Indicações: Afecções da pele e anexos, reumatismo, úlceras, anemia, prisão de ventre, verminose, câncer, AIDS, imunodepressão, infecções respiratórias, etc.
Propriedades: laxante, antiinflamatória, antibiótica, antiviral, anticârcinogênica, cicatrizante, antipruriginosa, hidratante, tônica, estimulante, anti-helmíntica, emenagoga, emoliente.
Partes usadas: folhas, seiva.

Bardana

A bardana (Arctium lappa) é uma planta originária da Eurásia e difundida na América. Prolifera em baldios, bermas de caminhos, e próxima de zonas habitadas. A fama da bardana vem de muito tempo: os gregos a utilizavam como medicamento, e na Idade Média era incluída em várias formulações destinadas à cura. Algumas referências sugerem que o seu nome científico Arctium lappa deriva do grego “arctos” (urso) e “lambanô” (eu tomo), em alusão ao aspecto peludo que apresenta.

Indicações: Afecções da pele, mucosas e cabelos (na forma de cataplasmas), problemas digestivos e do fígado, escorbuto, reumatismo, diabetes, herpes simples, picadas de insetos, depuração do sangue.
Propriedades: Antisséptico, bactericida, diurética, diaforética, adstringente, antiinflamatória, anestésica, calmante, tônica, rica em vitamina C, fungicida, colagoga, cicatrizante.
Partes usadas: Folhas e raízes (Uso interno e externo).

Boldo

Tem um gosto muito forte e amargo, que pode afastar aqueles que buscam algum tipo de cura. Atinge de 1 a 2 metros de altura, apresenta folhas aveludadas e produz flores azuladas.

Indicações: ressaca alcoólica, bom funcionamento do fígado, estimular a secreção biliar, aliviar os sintomas da gripe, diarréia, cólicas, icterícia, abrir o apetite
Propriedades: tônica, eupéptica, hepática, colagoga, colerética, calmante, carminativa, anti-reumática, estomáquica
Partes usadas: folhas

Catinga-de-mulata

É uma planta herbácea perene muito robusta que possui um talo ereto de 60 a 90 cm de altura. As folhas pinadas com numerosos folíolos profundamente dentados, são de cor verde escuro e aromáticas. As flores são pequenas de cor amarelo dourado agrupadas em capítulos formando um corimbo denso e aplanado, florecem no verão.

Indicações: aerofagia, doenças nervosas, bronquite, clarear manchas de pele, contusão, dismenorréia, dores articulares, dores musculares, dor de dente, dores reumáticas, eliminar furúnculos, emenagoga, entorse, epilepsia, epistase, feridas, flatulência, gota, histeria, infecções na pele, inflamação, menstruação, parasitoses, perturbações gástricas, picada de insetos, problemas menstruais, repelir insetos, vermes intestinais (lombrigas e oxiúros), rins.
Propriedades: aromática, antiasmática, antibacteriana, antiespasmódica, anti-helmíntica, anti-histérica, antiinflamatória, antinevrálgica, anti-reumática, antiulcerogênica, béquica, carminativa, digestiva, diurética, emenagoga, estimulante, estomáquica, febrífuga, hemostátivo, remineralizante, sudorífera, tônica, vermífuga.
Partes usadas: folhas, flores.
Cuidado: planta pode ser tóxica se utilizada de forma inadequada

Capim-limão
Excelente e comum planta medicinal brasileira

De fácil plantio e reprodução, o capim-limão é facilmente encontrado em todo o território brasileiro. (Fonte: andramorim.blogspot.com)

Encontrado em praticamente todo território brasileiro, o capim-limão é muito confundido com a erva-cidreira. Indispensável em qualquer jardim de ervas de boa qualidade.

Indicações: Insônia, nervosismo, cólicas, resfriados, gripes, mialgias, febres, infecções da pele.
Propriedades: Calmantes, sedativas, antipiréticas, anti-depressivas, diuréticas, expectorantes, bactericidas, analgésicas, ansiolíticas, digestivas, entre outras.
Partes usadas: Folhas e colmos.

Carqueja

Surge comumente em terrenos baldios e pastos. Tem também bom uso na culinária brasileira.

Indicações: Diabetes, obesidade e sobrepeso, alterações hepáticas e da vesícula biliar, afecções da pele, anemias.
Propriedades: Colagogas, digestivas, diuréticas, hepatoestimulantes, antipiréticas, hipoglicêmicas, laxantes, emagrecedoras, vermífugas.
Partes usadas: Hastes.

Cavalinha

É rica em minerais. Com suas longas hastes, é muito usada também com propósitos ornamentais.

Indicações: Osteoporose, reumatismo, emagrecedor, inchaço pré-menstrual.
Propriedades: Diurético, anti-hipertensivo, calcificante, antiinfeccioso, antiprostático.
Partes usadas: Caule.

Quebra-pedra

Seu nome vem da associação com o chá de quebra pedra (cálculo renal). Sociedades indígenas mais primitivas já utilizavam a planta Quebra Pedra para o tratamento dos mais diferentes males, seja na forma de chá ou de seu extrato.

Indicações: Nas enfermidades da bexiga, cistite, cólicas renais, distúrbios da próstata, fortificante do estômago. Elimina ácido úrico e é eficaz no tratamento de hepatite, icterícea e como o seu nome indica quebra pedra ou seja dissolve areias e cálculos renais.
Propriedades: antidiabética, aperiente, diurética, sodorífera, antigota, hidropsia, prostatite e artrite.
Partes usadas: toda a planta.

Esses são alguns dos exemplos de plantas medicinais brasileiras. Existem muitas outras, mas estamos aqui nos prendendo apenas às mais populares.

sábado, 3 de agosto de 2013


A figura primária na maioria das lendas guaranis da criação é Iamandu (ou Nhanderu ou Tupã), o deus trovão e realizador de toda a criação. Com a ajuda da deusa lua Jaci (ou Araci), Tupã desceu à Terra num lugar descrito como um monte na região do Areguá,Paraguai, e deste local criou tudo sobre a face da Terra, incluindo o oceano, florestas e animais. Também as estrelas foram colocadas no céu nesse momento.
Tupã então criou a humanidade (de acordo com a maioria dos mitos Guaranis, eles foram, naturalmente, a primeira raça criada, com todas as outras civilizações nascidas deles) em uma cerimônia elaborada, formando estátuas de argila do homem e da mulher com uma mistura de vários elementos da natureza. Depois de soprar vida nas formas humanas, deixou-os com os espíritos do bem e do mal e partiu.

Os humanos originais criados por Tupã eram Rupave e Sypave, nomes que significam "Pai dos povos" e "Mãe dos povos", respectivamente. O par teve três filhos e um grande número de filhas. O primeiro dos filhos foi Tumé Arandú, considerado o mais sábio dos homens e o grande profeta do povo Guarani. O segundo filho foi Marangatu, um líder generoso e benevolente do seu povo, e pai deKerana, a mãe dos sete monstros legendários do mito Guarani (veja abaixo). Seu terceiro filho foi Japeusá, que foi, desde o nascimento, considerado um mentiroso, ladrão e trapaceiro, sempre fazendo tudo ao contrário para confundir as pessoas e tirar vantagem delas. Ele eventualmente cometeu suicídio, afogando-se, mas foi ressuscitado como um caranguejo, e desde então todos os caranguejos foram amaldiçoados para andar para trás como Japeusá.
Entre as filhas de Rupave e Sypave estava Porâsý, notável por sacrificar sua própria vida para livrar o mundo de um dos sete monstros lendários, diminuindo seu poder (e portanto o poder do mal como um todo).
Crê-se que vários dos primeiros humanos ascenderam em suas mortes e se tornaram entidades menores.

Os sete monstros lendários[editar]

Pombero
Kerana, a bela filha de Marangatu, foi capturada pela personificação ou espírito do mau chamado Tau. Juntos eles tiveram sete filhos, que foram amaldiçoados pela grande deusa Arasy, e todos, exceto um, nasceram como monstros horríveis.
Os sete são considerados figuras primárias na mitologia Guarani, e enquanto vários dos deuses menores ou até os humanos originais são esquecidos na tradição verbal de algumas áreas, estes sete são geralmente mantidos nas lendas. Alguns são considerados reais até mesmo em tempos modernos, em áreas rurais ou regiões indígenas. Os sete filhos de Tau e Kerana são, em ordem de nascimento:
  • Teju Jagua, deus ou espírito das cavernas e frutas
  • Mboi Tu'i, deus dos cursos de água e criaturas aquáticas
  • Moñai, deus dos campos abertos. Foi derrotado pelo sacrifício de Porâsý
  • Jaci Jaterê, deus da sesta, único dos sete que não aparece como monstro
  • Kurupi, deus da sexualidade e fertilidade
  • Ao Ao, deus dos montes e montanhas
  • Luison, deus da morte e tudo relacionado a ela

  • Anhã (Aignan)
  • Angatupri, espírito ou personificação do bem, oposto a Tau
  • Pytajovái, deus da guerra
  • Pombero, um espírito popular de travessura
  • Abaangui, um deus creditado com a criação da lua; pode figurar somente como uma adptação de tribos guaranis remotas
  • Jurupari, um deus de adoração limitada aos homens, em geral apenas para tribos isoladas no Brasil




Após ter criado a primeira
mulher – nenhuma variação do mito faz
menção ao seu nome – ele construiu uma
casa e plantou toda uma roça de milho. No
dia seguinte, ordenou que a mulher fosse
colher o milho. Esta retrucou que não havia
tempo sufi ciente para o milho ter crescidos ter criado a primeira
mulher – o. Esta retrucou que não havia
tempo sufi ciente para o milho ter crescido o que não era verdade. O herói ficou furioso com o comportamento de sua “Eva”
e partiu para o outro mundo, deixando na
terra a sua mulher, grávida dos seus dois
fi lhos. É interessante notar que a Eva cristã
foi punida por ter colhido uma fruta proibida; a “Eva tupi” por não querer colher o
milho e obedecer à ordem de Mahyra. Os
dois fatos são antagônicos, mas resultaram
em uma mesma conseqüência: a perda da
imortalidade por parte dos homens.

Coube a Kwarahi e Yahi continuar a obra civilizadora de seu pai, transformando os homens de seres da natureza em seres culturais. Os primeiros homens misturavam-se com os animais, estes falavam como os homens, tinham casas e usavam arma. Uma variante xinguana fala de relações sexuais entre homens e animais. O próprio Mahyra, em uma variante tenetehara, desconfia que Yahi não é seu filho, mas de Mukura (gambá). Foi Mahyra o autor do primeiro ato civilizatório, ao roubar o fogo dos urubus e entregá-lo aos homens. Os gêmeos, seus filhos, tomaram as armas dos animais, destruíram suas casas e roças, dizendo-lhes: “Vocês não são mais gente agora” (cf. Schaden, 1947). 



FMI reduz previsão de crescimento do 



Brasil de 3% para 2,5% em 2013


Para 2014, previsão de alta do PIB foi reduzida de 4% para 3,2%.
Estimativa de crescimento global também foi reduzida, de 3,3% para 3,1%.

Do G1, em São Paulo
155 comentários
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu nesta terça-feira (9) suas estimativas para o crescimento global pela quinta vez desde o início do ano passado, devido à desaceleração dos mercados emergentes e à prolongada recessão na Europa.


Olá blogueiros , 

Aí galera  veja só que coisa mais interessante posso dizer que os demônios estão colocando rabos e chifre para à mostra . Por quê será que está tendo esta redução da previsão de crescimento da economia do Brasil , logo na época do começo da Copa do Mundo ? Vai ver tem algumas multinacionais , construtoras , sugando nosso dinheiro , que são de origem privada e gringa . Outros países vão mamar nas tetas do Brasil . . . nesta copa . . . e com estas obras . . . . . 
Não vamos apoiar a este roubo contra o nosso país , vamos sabotar estes estádios não indo aos eventos da copa mundial do Brasil  . . . 

Abraço a todos